Sonho da madrugada de 6/6/86

Estou andando na rua, numa tarde tranquila, perto da esquina da av. Brasil com a Orozimbo Maia. Andando, vejo pessoas louras e ruivas, todas vestidas de camisolas e são na sua maioria (ou totalidade!) mulheres. Algumas têm atitudes bastante estranhas, de permanecer em determinada posição durante muito tempo, ou então falar coisas sem nexo, segurar bandeirolas e agitá-las sem motivo. Junto com elas estão outros que ficam observando-nas. Estes “outros” vestem-se comumente e são homens e mulheres. Uma delas (sinto ser uma japonesa) convida-me a visitar o hospital psiquátrico Bierrenbach de Castro que fica ali perto. Fico assustado mas ao mesmo tempo muito curioso para visitar o lugar. Deixo que minha anima me conduza e entro numa casa bonita, muito espaçosa. Ali há “loucos” de todas as espécies. Junto comigo vão as outras pessoas que estavam fora e os loucos de camisola também. Quando entro no refeitório, um cheiro muito gostoso me desperta o apetite. Os doentes estão jantando e comem um cozido de grão-de-bico (adoro grão-de-bico!). Sento-me um pouco numa cadeira, incitado pela japonesa, que, penso eu, deve ser a diretora do hospital. Dou boa-noite a uma louca que senta-se à frente, numa mesa adiante. Mas, aparentemente me olha mas não me compreende. A mim, no entanto, parecem ser todos normais.

Andando mais, vejo alguns doentes em quartos, mas nenhum deles é violento ou faz muitas loucuras. Todos me parecem ser “loucos equilibrados”. Por fim, chego em uma ampla sala onde há muitas cadeiras e penso ser uma sala de conferências ou reuniões. Um rapaz, à medida que vou entrando na sala, conta-me que o hospital foi construído por um sargento (ou brigadeiro) da aeronáutica que largou a carreira militar e foi dedicar-se ele e sua família à cuidar dos loucos. Vejo uma foto de um homem de trinta e poucos anos na frente de um avião no estilo da 2ª Guerra Mundial, com sua família ao seu redor (mulher e filho pequeno) e, na sua frente, uma taça, uma garrafa de champagne e outros prêmios. Ali, na sala, estão os prêmios, mas noto não serem os mesmos, pois, na foto, a champagne é francesa, e, ali na sala a garrafa é de champagne brasileira. E as taças também são diferentes. Comento o fato com o rapaz que está me explicando e damos boas risadas sobre isto. Eu penso [?] que o brigadeiro se dispôs de suas verdadeiras condecorações para cuidar dos loucos.

Sonho da manhã de 19 de abril de 1986 (depois de fazer yoga)

Estou em uma sala de concertos pequena, cercado de amigos e outros que não conheço. Eles me levam para ver um instrumento medieval. É quase uma pequena mesa, de madeira marrom-avermelhado, lindamente trabalhado. No tampo porém o instrumento está preservado por um vidro protetor. Fico impressionado a ver que segue um simbolismo muito bem estruturado: para cada nota musical associa-se na madeira o desenho de um planeta e outros símbolos. Meus colegas perguntam se eu conheço, e digo que sim. Realmente lembra um instrumento que via na SBPC de 1985 (Belo Horizonte) chamado planetário, feito e tocado pelo grupo UAKTI. Dou-me conta disso e comento o fato com os presentes, mas ninguém parece conhecer. Pedem-me para tocá-lo. Retiro-o do tampo, enquanto todos vão para a platéia. A sonoridade do instrumento é muito baixa e o som que produz é estranho. Ele é tocado com um pequeno livreto que, com suas “costas”, arranha as cordas e produz o som. Toco qualquer coisa e logo paro. Todos aplaudem mas ficam frustrados por não terem escutado. Logo, sobem de novo ao palco e eu surgiro ficarem ali e eu tocarei de novo. Transladam-me para a outra extremidade do palco. O instrumento sai dos pés e coloco-o de pé, em cima de uma mesa. Tento tocá-lo com outro livrinho, mas não sai som. Quando olho no tampo do lado direito, vejo que ali se encontra-se sem sistema de afinação. Estico as cordas e, quando toco o livro, produz-se um som cheio e vibrante. Fico empolgado e começo a tocar rapidamente, fazendo as notas vibrarem muito, com toques repetidos muito rápidos. O livrinho em minha mão fica tão leve que “se transforma” num pedaço de algodão. A música flui. É puramente inspirada e o som lembra órgão de igreja. É linda e termino de modo magistral. (Antes de começar, porém, estaciona-se um carro em cima do palco, vindo do outro lado, que traz mais gente para ver). Alguns se emocionam e todos (inclusive eu!) gostam muito.

Uma colega da universidade chamada Terezinha vem e pergunta-me que peça é aquela. Uma peça que eu sabia tocar no violão (enquanto que, na realidade, era puramente inspirativa). Ela me pergunta então quando eu iria tocar essa peça para eles. Me confundo todo, perguntando: aonde? No violão ou no instrumento medieval? (que eu achei que chamava lunário) se eu já tinha tocado ou não?

Desperto.

Sonho da madrugada de 24.3.86

Estou vindo do bosque dos Jequitibás [Campinas] e atravesso a [avenida] Moraes Salles. Durante a travessia vejo a Regina que trabalha no laboratório. Apesar de ser de noite, ela está com seu avental cor-de-rosa e com seu andar habitual, que me chama a atenção. Logo quando atravesso, vejo, na janela de uma casa, a Kika e o Zeca, dois colegas maus muito antigos. Aceno para eles e, logo em seguida, estou de patins (só no pé esquerdo), descendo a avenida. Como esta é muito íngreme, sou obrigado a brecar com o pé direito. Mesmo assim choco-me com uma veraneio [modelo de carro]. Dentro estão o Caio, a Kika e o Zeca, que olham para trás para ver se aconteceu algo. Estão assustados como eu trombei aparando-me com o atebraço esquerdo, não aconteceu nada. Vou para a calçada e deslizo com o pé direito, sem patins, até a porta de uma livraria de livros esotéricos.

Lá dentro dou uma vislumbrada em alguns livros. Não encontro nada de especial. Logo chega um grupo de garotas. Uma, dentre elas, me chama a atenção. Vejo que ela “comanda” o grupo. Noto que, todos os livros de alquimia têm a mesma estrutura, tal qual o I Ching. São figuras repetitivas, de manipulação. O que varia são as várias edições, mas o conteúdo e a estrutura dos livros é a mesma. Por isso, me decepciono. Noto que a garota está mostrando um livro para as outras. É um livro que escreveu. E diz que um dia irá escrever um livro sobre suas aventuras. Olho-a fixamente nos olhos e ela ri. Todas se voltam para mim, e algumas riem. No entanto não me sinto constrangido. Comporto-me com indiferença. Há uma bancada no chão, com um pilar no centro. À sua volta, vários livros. Vejo um livro de Alquimia que parece ser interessante. Ele está apoiado na estatueta de um homenzinho. Como está bem no meio da bancada, defronte à vitrine, é difícil pegá-lo. Quando o pego, a estatueta cai. Algumas das garotas observam e riem de mim. Nesse instante sim, fico constrangido, por ser tão desajeitado. O livro é uma pasta de elástico. Dentro há várias cartolinas com figuras alquímicas para recortar e depois se manipular. “É como os outros”, penso. Coloco-o apoiado no prato do pilar. Para colocá-lo ali, tenho que apoiar-me num livro que está “de pé”: os Irmãos Karamazovi, de Dostoiévsky. É uma edição encadernada, de capa vermelha, da Abril Cultural. Depois de arrumado, olho para as estantes nas paredes, que vão até o teto. Num primeiro instante, vejo o título “Budismo”. Em seguida não há mais livros nas estantes e sim jardins em miniatura. Há um particularmente maravilhoso. Fico admirado com o trabalho, minuncioso. Vou olhando as estantes, e, além dos jardins miniaturizados, há também abóboras e batatas enormes. Lembram-me batatas doce. E, por fim, perto da ampla porta, estão gaiolas com pássaros e hamsters e cobaias. Os pássaros não cantam, mas são todos gorduchinhos e marrons. Ali têm várias pessoas comprando-os. Pegam-nos e ficam acariciando-os. No balcão há um que um pai compra para seu filho. O garoto diz:

– Podemos por um nome nele, né pai?

– Não, ele já tem nome, responde o pai.

Desperto.

Sonho da noite de 5 a 6 de fevereiro de 1986

Estou viajando com alguns amigos meus, de carro, os quais eu não consigo distinguir. Estamos em Ouro Preto e a cidade está em efervecência, pois, além de ser dia de formatura, muitas garotas irão casar-se. Dentre estas estão algumas colegas do curso de letras. A Ana Maria, a Tammy, a Mariza e a Renata e outras. Passando de carro a primeira que vejo é a Ana Maria, já vestida de noiva. Cumprimento-a, desejando felicidades e ela me convida para a festa, dizendo que irá se servir pizza e refrigerante. Andando mais um pouco, chegamos todos ao local da festa. As mesas foram colocadas nas ruas, formando uma cruz.

Do portão dos fundos saem os garçons servindo as pizzas, enquanto que os convidados sentam-se em volta da mesa. Cada pessoa recebe uma pizza brotinho e um refrigerante. Alguns são servidos. Têm pizzas de muzzarella mas não consigo receber uma.

Em seguida já é noite. Estou numa rua que tem um canal no meio (o que me faz lembrar uma avenida da cidade de Campinas), num ponto de ônibus, esperando, junto com a Tammy, uma das que acabou de casar. Minha impressão é a de que há mais alguém comigo, uma mulher, mas não consigo distinguir. Inicio uma conversa com a Tammy sobre a sua formatura e seu casamento. Ela me diz que se formou em arquitetura, desenho e… (mais uma coisa, que não me lembro). Sobre seu casamento, pergunto como se sente. Ela responde laconicamente, levantando os ombros. Nesse instante passa um sujeito japonês, num carro, e pergunto-lhe as horas; ele diz e, em seguida, manobra o carro e mexe com a Tammy. Fico muito bravo  e, com palavrões, digo-lhe que se meta com a sua vida.  Ele desce, e, também, muito bravo, discute. Percebo que está um pouco bêbado. . Torna a entrar no carro, com uma lata de cerveja na mão, e, ainda discutindo, pega um revólver e dá 4 tiros em cima de mim. A impressão é que fui atingido, mas sei que ele não me acertou nenhum tiro. Corro e pulo em cima dele, agarrando-o. Seu revolver travou e seguro-o apontando diante de seu rosto. Ele dá dois tiros, sendo que o 2º o atravessa pela boca. Ele próprio atirou.

Em seguida estamos todos no ônibus. O motorista é um sujeito esquisito, meio japonês meio mulato, e o japonês também encontra-se no ônibus. Este entra em uma ponte, andando muito rápido. O ônibus derrapa e passa pela murada da ponte, caindo sobre o canal, que é de concreto muito limpo, com pouca água, mais parecendo uma piscina. Durante a queda, que é em câmara lenta, saio pela porta de trás e, à medida que o ônius cai, vou contornando-o por fora, segurando na sua estrutura, de tal forma que, quando a queda termina, estou ileso, de pé. A Tammy já não é a Tammy, e sim a Mariza. Também está sem um ferimento, bem como o motorista. O único que morreu foi o japonês bêbado.

Todos 3 juntos, vamos embora. Desperto.

Sonho da noite 28/2 – 1/3 de 1986

São três imagens.

1ª – Estou nadando em uma represa, com umbeb ê de aproximadamente 1 ano no meu seio, com os braços enlaçados no meu pescoço. Nado de costas, de tal modo que o babê possa apoiar sua cabeça no meu peito. Do meu lado esquerdo alguém (que não distingo) segura um enorme guarda-chuva preto, de tal forma que não consigo ver o céu. Logo chego à margem.

2ª – Na beira da represa, com alguns familiares, contemplo um terreno de árvores muito altas, lembram eucaliptos, mas não o são. Digo à minha família que aquele terreno é sagrado, em especial as árvores.

3º – No hall de um museu, estamos eu, minha avó, minha tia avó e o namorado de minha avó. Eles admiram peças antigas, bonitas, e eu, com indiferença lhes digo que já vi tudo aquilo.

Sonho da noite de 12 de fevereiro de 1986

Estou em um ginásio de esportes treinando volei. É um local estranho, já que a quadra é menor do que a de costume e não existem as linhas características dos 3 metros. Os jogadores treinam cortadas sucessivas e todos erram muito pelo fato da quadra ser menor. Além disso, o espaço é apertado. Ao término da linha da quadra existem, espalhadas ao seu redor, mesas e cadeiras de madeira. Sendo assim, fica difícil jogar, pois, uma bola mais difícil faz com que nós saiamos do espaço demarcado e tropecemos nas mesas e cadeiras. No meu time só existem 3 jogadores: eu, um outro rapaz e uma garota. A técnica é severa e exige. Me esforço ao máximo, pois é o 1º dia de minha presença. Logo, faltando 10 min para terminar o treino, chamam-me ao telefone. Quando vou atender, ouço comentários de que “nem bem começou a treinar, já é chamado ao telefone”. Não faço caso. Quando atendo é a Nídia. Ela pergunta se eu vou demorar e eu digo que não, só falta tomar banho e ir ao restaurante do Severino encontrarmo-nos. Ela diz que se eu demorar não vai poder esperar-me, pois tem um compromisso. Irrito-me com sua intransigência e começamos a discutir. Fazemos uma breve pausa, pelo rancor (cada qual fica do seu lado, sem dizer nada), e ela reinicia o papo dizendo:

– Alô, de onde falam?

– É daqui, com quem quer falar?

– Com o ***.

– É ele quem fala. Quem é?

– A Nídia.

– Oi, tudo bem.

– Oi tudo bom. Estou aqui, no Severino lhe esperando.

– Ótimo. Estou indo. Só vou tomar um banho e logo estarei aí, tá? Tchau… Desligo e desperto.

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***Aqui omiti meu nome, para manter minha privacidade.

Sonho da noite 6/7 de fevereiro de 1986

Estou na casa de minha avó, em São Paulo, onde vai haver um jantar. A luz é uma penumbra muito aconchegante. O arranjo dos móveis é diferente e o ambiente é muito gostoso. Lá estão minha avó, minhas duas irmãs, minha mãe, meu padrinho e um amigo dele (?) que eu não conheço. Cumprimento o meu padrinho depois dele me dizer que experimentou café com […] (uma bebida alcoólica do tipo licor, que vai muito bem com café). Eu pergunto se ele gostou, e ele diz que sim. A satisfação é mútua e nossa proximidade é grande. Dou-lhe um beijo com muita satisfação. Fico ali, sentado, e, quando minha mãe entra na cozinha para pegar uma salada de maionese, pergunto a ela:

– Qual o intuito deste jantar?

E ela responde:

– Pensei que você tinha abolido este sua maneira formal de se comportar!

Fico surpreso e com tanta raiva que dou-lhe um tapa, de leve, mas suficientemente forte, no braço, o que faz que a salada caia por sobre a mesa e o chão. Ela nem se perturba, nem olha para mim e só se preocupa em recolher a salada, que nem se desmanchou: manteve-se intacta. Minha raiva é incomensurável. Vou ao banheiro e lá cerro os dentes gritando “por dentro”, sento em cima da tampa da privada e dou murros na parede. Coloco uma toalha entre os dentes a fim de gritar e não fazer barulho. Minha raiva é enorme e descarrego-a toda, ali mesmo, só comigo, dando “gritos silenciosos” e murros na parede. Desperto.

Sonho da noite de 4/5 de fevereiro de 1986

Estou na Unicamp, na Faculdade de Engenharia de Alimentos procurando a Rose. Quando estou descendo a escada que levam aos laboratórios de análise de alimentos, vislumbro o seu rosto por detrás da porta do laboratório onde trabalha. Torno a subir a escada e, entrando, no hall que precede o laboratório, vejo-a lá dentro, no laboratório, onde é tudo branco (ou azul-claro). Ela me vê e sinto-a constrangida. Ela sai e se apóia no batente da porta. Minha sensação é de que ela não gostou-me de ver ali. Está com um vestido estampado azul, muito bonito, que combina com a cor de seus olhos. Ela me pergunta:

– Fico muito diferente quando estou no campus?

Não respondo. A impressão que me dá é de que está grávida. Continua a falar.

– Escute, eu quero me tornar independente, agir sozinha. Agora já estou casada (quase não percebo quando fala isto). Não quero me tornar dependente e não preciso da ajuda de ninguém!

Seu tom não é insultante. Mas é brusco (repentino) e firme. Fico chocado com o que diz. Na sala ao lado, um grupo de garotas estão a escutar uma entrevista que um rapaz fez a uma menina. Sento-me do lado de uma grande amiga minha, e a vontade que tenho é de chorar. Mas sei que estou “forçando”. Lágrimas chegam aos olhos mas são “lágrimas de crocodilo”. Fico ali, a escutar o início da gravação, que são só tentativas, testes, e o barulho se repete, da fala com uma música ao fundo, de maneira monótona. Quando começa, a sensação que me dá é que a diferença dos barulhos à entrevista é pouca. Desperto.

Sonho da noite de 4 de fevereiro de 1986

Estou em uma chácara. Caminho por uma alameda que margeia a casa e um canteiro de flores. Quando passo defronte à janela da casa, vejo um homem sentado assistindo futebol pela T.V. Pergunto:

– O jogo já começou?

– Já, ele responde. Sei que é o jogo Brasil x Alemanha, um amistoso preparatório para a Copa do Mundo. Entro na sala e começo a assistir. Olhando no vídeo, vejo um jogador forte e corpulento do time da Alemanha que joga fumando um charuto enorme. Acho a cena completamente pitoresca, ao mesmo tempo em que me transmite uma sensação de ser real muito forte. A impressão é de que eu estou no campo. E, realmente, no instante seguinte estou no campo. Jogo no time do Brasil, na defesa. O campo é bastante diferente. Do lado esquerdo da nossa meta há um mini-campo de pólo a cavalo, de proporções muito reduzidas. Nele jogam somente 2 jogadores, um em cada time (normal/te são 4). E, também do lado esquerdo da nossa meta há um canteiro de flores, sem flores, porém.

Quando entro no jogo, a alemanha está atacando e quase marca gol. Na cobrança do tiro-de-meta, ajeito a bola e peço ao goleiro para bater (a cobrança é do lado esquerdo da meta). Ele não consente nem nega. Sai correndo, e fingindo que vai chutar, passa pela bola, enganando 1 jogador da alemanha que estava logo à nossa frente. Chuto e a bola descreve uma curva, indo à esquerda. Um adversário a chuta, e ela vem sair no canteiro que não tem flores.  Nesse instante percebo que a bola é uma nectarina. Vou ao canteiro e, com o pé por baixo, puxo-a violenta/te, fazendo com que ela caia na extrema direita do campo, nos pés de um jogador de nosso time, que é o Sergio. Ele chuta diretamente, sem deixá-la cair, e marca um golaço. O time todo o cumprimenta e a felicidade é geral. Por fim, vou cumprimentá-lo e damo-nos um carinhoso e belo abraço, estando os dois muito contentes. Desperto sorrindo e rindo.