Estou em uma chácara. Caminho por uma alameda que margeia a casa e um canteiro de flores. Quando passo defronte à janela da casa, vejo um homem sentado assistindo futebol pela T.V. Pergunto:
– O jogo já começou?
– Já, ele responde. Sei que é o jogo Brasil x Alemanha, um amistoso preparatório para a Copa do Mundo. Entro na sala e começo a assistir. Olhando no vídeo, vejo um jogador forte e corpulento do time da Alemanha que joga fumando um charuto enorme. Acho a cena completamente pitoresca, ao mesmo tempo em que me transmite uma sensação de ser real muito forte. A impressão é de que eu estou no campo. E, realmente, no instante seguinte estou no campo. Jogo no time do Brasil, na defesa. O campo é bastante diferente. Do lado esquerdo da nossa meta há um mini-campo de pólo a cavalo, de proporções muito reduzidas. Nele jogam somente 2 jogadores, um em cada time (normal/te são 4). E, também do lado esquerdo da nossa meta há um canteiro de flores, sem flores, porém.
Quando entro no jogo, a alemanha está atacando e quase marca gol. Na cobrança do tiro-de-meta, ajeito a bola e peço ao goleiro para bater (a cobrança é do lado esquerdo da meta). Ele não consente nem nega. Sai correndo, e fingindo que vai chutar, passa pela bola, enganando 1 jogador da alemanha que estava logo à nossa frente. Chuto e a bola descreve uma curva, indo à esquerda. Um adversário a chuta, e ela vem sair no canteiro que não tem flores. Nesse instante percebo que a bola é uma nectarina. Vou ao canteiro e, com o pé por baixo, puxo-a violenta/te, fazendo com que ela caia na extrema direita do campo, nos pés de um jogador de nosso time, que é o Sergio. Ele chuta diretamente, sem deixá-la cair, e marca um golaço. O time todo o cumprimenta e a felicidade é geral. Por fim, vou cumprimentá-lo e damo-nos um carinhoso e belo abraço, estando os dois muito contentes. Desperto sorrindo e rindo.