Sonho da manhã de 2 de setembro (1985 ou 1986)

Estou em uma praia. Há uma guerra em que há uma destruição total. Uma guerra em que matam-se muitas pessoas, muito sangue. É de noite e eu fujo para o lado oriental (direito) da praia. Atrás de mim vêm os senhores da destruição. Vêm todos vestidos de negro, montados à cavalo, matando todos os que estão à sua frente. Fujo que nem um desvairado.

A montanha para a qual eu vou é me familiar. Parece que eu já moro ali há algum tempo. Ainda é noite e eu me escondo. Encontro uma amiga minha, quem eu considero minha namorada. Levo-a comigo e, fugindo para o mato, o vestido dela enrosca-se na cerca de arame farpado. Puxo violentamente, o que faz o vestido rasgar-se. Entramos no mato e ficamos ali, quietos, juntos, abraçados.

Nús, sabendo que ela é virgem, começamos a fazer amor. Meu pênis está muito duro e enorme. A penetração é suave e total. Meu pênis entra totalmente em sua vagina. Ela gosta e pergunta:

– Então isto é que é trepar? com um sorriso de felicidade.

Chega minha avó e pergunta:

– Vocês estão fazendo amor? Mas sem censura e, a impressão que tenho é que ela acha o nosso gesto muito bonito. Ficamos ali, eu e ela, deitados, sem responder.

Estamos, em seguida, em sua casa, junto com seus irmãos. Seu namorado também está ali. Quero casar-me com ela, e ela me diz:

– Mas, não pode ser. Ela tem um filho para cuidar, lembra-se. Um filho meu e dela.

É verdade. Minha frustração é enorme.

Sinto um desejo muito grande de tê-la para mim, mas, no entanto, sei que não posso. Tenho uma sensação de desconforto geral, o que me perturba. Tento ainda falar com ela, mas não é possível. O Cacau (seu namorado) não deixa. Desperto.

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