
Monthly Archives: November 2022
Carl Gustav Jung – entrevista – 3
Carl Gustav Jung – entrevista – 2
Sonho da manhã de 2 de setembro (1985 ou 1986)
Estou em uma praia. Há uma guerra em que há uma destruição total. Uma guerra em que matam-se muitas pessoas, muito sangue. É de noite e eu fujo para o lado oriental (direito) da praia. Atrás de mim vêm os senhores da destruição. Vêm todos vestidos de negro, montados à cavalo, matando todos os que estão à sua frente. Fujo que nem um desvairado.
A montanha para a qual eu vou é me familiar. Parece que eu já moro ali há algum tempo. Ainda é noite e eu me escondo. Encontro uma amiga minha, quem eu considero minha namorada. Levo-a comigo e, fugindo para o mato, o vestido dela enrosca-se na cerca de arame farpado. Puxo violentamente, o que faz o vestido rasgar-se. Entramos no mato e ficamos ali, quietos, juntos, abraçados.
Nús, sabendo que ela é virgem, começamos a fazer amor. Meu pênis está muito duro e enorme. A penetração é suave e total. Meu pênis entra totalmente em sua vagina. Ela gosta e pergunta:
– Então isto é que é trepar? com um sorriso de felicidade.
Chega minha avó e pergunta:
– Vocês estão fazendo amor? Mas sem censura e, a impressão que tenho é que ela acha o nosso gesto muito bonito. Ficamos ali, eu e ela, deitados, sem responder.
Estamos, em seguida, em sua casa, junto com seus irmãos. Seu namorado também está ali. Quero casar-me com ela, e ela me diz:
– Mas, não pode ser. Ela tem um filho para cuidar, lembra-se. Um filho meu e dela.
É verdade. Minha frustração é enorme.
Sinto um desejo muito grande de tê-la para mim, mas, no entanto, sei que não posso. Tenho uma sensação de desconforto geral, o que me perturba. Tento ainda falar com ela, mas não é possível. O Cacau (seu namorado) não deixa. Desperto.
Sonho de 29 de dezembro de 2016
Estou no Canadá (?) assistindo o Michael dar uma entrevista postulando um emprego como pesquisador. Ele baseia sua proposta tendo encontrado resultados inéditos com material brasileiro. Fiquei muito surpreso com a descoberta do Michael, que não havia me contado sobre isso. Ele me contou que obteve o material em uma de suas viagens ao Brasil, enquanto esperava (fazendo escala) no aeroporto do Galeão. Indicou o local onde havia obtido o material brasileiro. Durante a entrevista eu o defendo, pois o entrevistador pergunta se ele realmente será capaz de levar seu programa de pesquisa adiante. Sou muito enfático dizendo que sim, pensando ao mesmo tempo, que ele poderá trabalhar também com outro tema de pesquisa. Desperto.
Sonho de 28 de dezembro de 2016
Estou no local de meu trabalho, que está bastante vazio. Entro na sala do departamento, que é diferente da atual, com duas mesas grandes. Lá estão a secretária e meu colega e amigo. Tem uns docinhos em cima de uma das mesas, e eu pedo um. O meu colega e amigo faz um comentário:
– Pegando um dos docinhos do Sergio?
Começamos a fazer comentários semi-sexuais na forma de piadas e a secretária comenta que o bolo do Sergio está muito bom.
Em seguida estou com a secretária falando de Antonio. Fiquei sabendo que ele havia se casado novamente, depois de apenas 4 anos casado. Ele se casou com uma ex-funcionária, da qual eu não me lembro o nome. Digo à secretária que fiquei surpreso que ele demorou tantos anos para se casar, pois considero ele um homem interessante e inteligente, que viajou bastante, e conhece vários lugares, etc.
Em seguida estou com meu colega Antonio em uma construção que parece um prédio enorme todo reformado pela base. O problema é que a reforma está destruindo toda a base do edifício. Estamos embaixo dele, e eu comento que existem pontos em que está caindo, e digo que não vou ficar ali, e saio logo. O Antonio vem logo em seguida.
Logo depois seguimos por um estacionamento do mesmo prédio em reforma. Vimos cantando várias músicas. Nos divertimos muito alegres. Cantamos juntos “João e Maria” do Chico Buarque. Desperto.