Estou com uma amiga na universidade. Vamos andando subindo a alameda e entramos em uma sala. De repente ela se atira no chão, de pernas abertas, rindo e diz “vamos fazer aqui”. Fico surpreso e no segundo seguinte entra a mãe de minha amiga. Puxo minha amiga pela mão para que ela fique de pé. A mãe dela nos fica olhando. Eu fico sem graça. Minha amiga acha graça.
No momento seguinte estamos em outra sala. Toca o celular de minha amiga. São 5:30 h da manhã e ainda está escuro. Eu atendo. Uma voz masculina fala: “Sou eu”. Eu fico desconcertado e pergunto: “Quem fala?”. E a voz responde: “É Pedro.” Eu pergunto: “Quem?” mais 2 ou 3 vezes. Eu digo à minha amiga o nome da pessoa. Ela sorri, sem graça, e eu fico com ciúmes, meio desconcertado. Ela me diz que é um professor de Bauru. Eu digo: “Às 5:30 h da manhã.”
Em seguida dispara um alarme de carro. A mãe dela diz: “Professor, é o seu.” Eu estranho, pois meu carro não tem alarme. Vou até o estacionamento do prédio de minha amiga, onde está o carro, e ele está todo detonado, com o vidro do motorista quebrado, o fundo do porta-malas, e a frente onde tem o alarme. Fico desconcertado. Volto para onde está minha amiga, mas encontro minha esposa e um homem, que não sei quem é. Minha esposa não me dá atenção. Me dirijo à minha amiga, querendo falar com ela. Ela está no telefone. Eu aceno, dizendo que quero falar com ela fora da sala. Ela me diz para esperar. Eu vou tomar banho. Quando saio, para falar com minha amiga, ela está sentada ao lado da minha esposa, conversando. Olho para ela e aceno para sairmos, e ela me olha feio, dizendo com o rosto que estou sendo inconveniente. Desperto.