Estou caminhando na chuva, de mãos dadas com uma amiga da qual não consigo vislumbrar o rosto. Me vem a ideia de que não é um rosto bonito, e é baixinha de corpo atarracado (Yang, dominadora?). Estamos muito alegres, conversando sobre poesia, quando eu cogito sobre a possibilidade de irmos para algum lugar (casa de meu pai, ou de minha mãe) para escutarmos música e lermos poesia. Andamos por uma rua de Campinas (?) que sai em um balão de contorno (mandala), quando opto por irmos à casa de minha mãe, que fica aproximadamente em ângulo de 60º do ponto em que estamos no balão.
O balão situa-se em um leve aclive.
É um dia cinzento. O balão não é arborizado, mas tem alguns canteiros e flores e de grama. Atravessamo-lo, e logo vamos para a casa de minha mãe.
Antes de entrar cogito que a casa seja uma livraria. Vejo a entrada da casa, que desce (é subterrânea) e, no seu interior, um secretário (?) bate à máquina. O interior é bonito, e me vem um tom amarelo-amarronzado-bege à vista. Descemos. A casa tem uma decoração moderna que me agrada bastante.
Lá estão minha mãe e minhas duas irmãs. Cumprimentamo-nos, e eu tenho a impressão de que faz muito tempo que não vejo minha mãe. Ela disse que estava em Campinas e fora ver uma apresentação de esportes de uma menina que fora colega nossa no ginásio, e agora está estudando NOMENCLATURA na PUCC. Está no 2º ano. Esta ex-colega também não tem o rosto muito bonito, tem corpo atarracado e masculino. Comentamos sobre seu estudo e eu acho graça dela estar fazendo este curso. Quando minha mãe fala que ela já está no 2º ano me vem um sentimento de cobrança. Eu falo que é muito fácil fazer cursos deste tipo na PUCC.
A imagem seguinte é que eu estou com minha amiga, com quem estava na rua, deitado em um sofá trocando palavras e carinhos. Minha mãe vem e nos reprime, dizendo a mim para parar com aquilo. Antes porém, dela chegar, eu consigo prever o que vai acontecer, mas deixo acontecer. Depois dela dizer, com bastante raiva, que quer que paremos com aquela atitude, eu digo à ela para esquecer-me, pois dificilmente vou vê-la de novo. E, de fato, antes de despertar, tenho a impressão de que fiquei 5 a 6 anos sem visitá-la por ter sido tão inconveniente.