Sonho de 19 de agosto de 2005

Estou em uma fazenda, não sei aonde, quando está ocorrendo uma apresentação do trabalho que desenvolvi com meu supervisor de pós-doutorado. Ele [meu supervisor] está apresentando, a um público bem restrito. No final, às perguntas, percebo que meu supervisor, seu colaborador e um dos pesquisadores do grupo de meu supervisor estão meio cansados, e meu supervisor me pergunta:

– Quanto tempo de sua vida você investe na produção de um trabalho [artigo ou apresentação]?

Eu respondo que não sei, mas que talvez em torno de 30%. Digo à ele que não considero trabalho a coisa mais importante de minha vida. Eles ficam muito contentes de ouvir aquilo, se abraçam e levantam-se para jogar cricket. Eles se divertem bastante, apesar de o lugar estar coberto e relativamente escuro. Eles jogam e se divertem.

Em seguida estou na praia, em um local em frente à casa de meu amigo Marcio, de Campinas. Estamos eu, minha mulher e meu filho. O Marcio saiu, e só estamos nós. Poré, no muro da casa do Marcio está uma vitrola, e estou interessado em escutar música. Coloco um disco (não sei qual) e escuto, e em seguida um disco com o quinteto para cordas e violão de Boccherini [em mi menor, G. 451]. A música me soa alto, e desligo rápido. Não tenho autorização para usar o aparelho de toca discos, e uso a chave da casa do Marcio sem o consentimento dele. Fico muito incomodado com isso, e coloco a chave no lugar em que peguei, sob o olhar de uma vizinha. Digo à ela que achei a chave na calçada. Ela não me diz nada, apenas fica olhando. Em seguida, pergunto aonde tem um banheiro que eu possa usar. Ela me aponta o mar, e digo:

– É claro!

Pego meu filho e vou entrar na água.

Desperto com vontade de fazer xixi.

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