Acabei de me mudar, junto com minha mulher, para uma nova casa em Campinas (?). Não é minha mulher real, e sim outra, mais nova, loura-ruiva. A casa fica em uma “encruzilhada”, quer dizer, em uma bifurcação onde a rua se desdobra em duas. Ali o fluxo de trânsito se divide na direita e esquerda. Vejo um ônibus vindo em direção à casa, tendo que se desviar por uma das duas ruas, a da esquerda.
É uma casa quase térrea, de madeira, bonita, moderna, com janelas amplas. Não é verdadeiramente térrea, pois em cima existem 2 quartos. A casa é baixa, mas ampla (espalhada). Estamos eu e ela (minha mulher) olhando a casa para compra-la, ou para nos mudarmos para ali. Olhamos a casa de vários ângulos, de frente e de trás. Apesar da casa ficar em um local de muito trânsito, nos mudamos para morar ali.
Penso que sempre que estiver viajando eu vou ligar para minha mulher para ver se ela está bem.
Além disso, em um momento posterior estamos para começar a fazer amor sobre a cama, que tem um pano azul sobre o colchão, com alguns furos (que parecem ser de brasa de cigarro) e está sujo. Mesmo assim vamos transar. Assim que vamos começar ela, minha mulher, quer mudar de posição na cama. Eu digo a ela:
– Depois vou te mostrar que devemos ficar na posição contrária à esta, mas tudo bem.
A pele de minha mulher é muito branca. Ela está de costas para mim, deitada de frente, nua. Vejo suas costas e suas nádegas de pele clara. Ela não é magra, nem gorda, mas é mais “cheinha”, de cabelos lisos.
Desperto.